Voltar
Batismo, onde o aluno tem uma experimentação do esporte (1h);
Curso Básico (8h);
Curso Intermediário (8h);
Treinamento Específico (6h).
Para crianças até 15 anos, cursos de optimist. Acima de 15 anos e adultos, aulas em Dingue.
Batismo onde em apenas 1h o aluno vai ter noção do esporte;
Consulte a disponibilidade de equipamentos para aluguel.
Mais uma vez a equipe brasileira de vela dominou os Jogos Pan-Americanos. Os velejadores do País somaram cinco ouros (J24, Snipe, Sunfish e RS:X masculino e feminino), uma prata (Hobie Cat 16) e um bronze (Lightning). O desempenho quase perfeito garantiu o título geral ao grupo nacional.
Neste domingo (23), último dia de regatas, o quarteto de J24, Ricardo Winicki na RS:X e a dupla de Snipe confirmaram o ouro. Na Hobie Cat 16, a medalha foi de prata e o trio da Lightning, liderado por Cláudio Biekarck, faturou o bronze. No sábado, Matheus Dellagnelo (Sunfish) e Patrícia Freitas (RS:X) já haviam garantido o ouro.
Fonte: http://www.nautica.com.br/noticias/
Browser Text
* Supports all languages
* Easier to read when using smaller font sizes
* Faster to load
* Slight size variation depending on your site visitor's browser
Após a quarta etapa do Circuito Brasileiro de Windsurf, realizado em Villa Velha - Espírito Santo nos dias 3 e 4 de dezembro de 2011 pela Loop Windsurfing, 5 baianos dispontaram entre os 7 melhores colocados na classe iniciante. A classificação ficou assim:
1º Matheus Mesquita - WindPoint/Guarderia Beira-Mar BA
2º Leo Rodamilans - WindPoint/Guarderia Beira-Mar BA
3º Fábio Hunter - UPWind RJ
4º Gustavo Lessa - Axé Wind BA
5º Rogério Rothe - UPWind RJ
6º Rafael Macêdo - WindPoint/Guarderia Beira-Mar BA
7º Adson Monteiro - Axé Wind BA
Local: Madre de Deus - Bahia
Data: 28 de janeiro de 2012
Realização: Prefeitura de Madre de Deus, FENEB, Winddance.
O Dingue é o primeiro veleiro monotipo (com regras definidas) projetado e construído no Brasil. Foi idealizado em 1978 pelo engenheiro naval carioca Miguel Pomar para ser um veleiro de baixo custo ideal para passeios de fim de semana e em família, mas que também pudesse ser utilizado em regatas e competições.
Em pouco tempo a idéia tornou-se um sucesso e os proprietários se organizaram para realizar as primeiras regatas da nova Classe. Em 1979 realizou-se o primeiro campeonato de Dingue, na Baía da Guanabara e já em 1981 realizou-se o primeiro Campeonato Brasileiro também no Rio de Janeiro.
Após um longo período de inatividade, o Dingue voltou a ser produzido, em 1998, pela empresa de construção naval, Holos Brasil, que passou a ser, também, a grande incentivadora da Classe no País e responsável, em pouco tempo, pelo ressurgimento das competições e pelo prazer de se velejar de Dingue.
Em toda a sua história, já foram vendidos mais de quatro mil e trezentos Dingues para a maior parte dos estados brasileiros, incluindo alguns sem tradição náutica como Minas Gerais, Pará e Sergipe.
A Associação Brasileira da Classe Dingue ABCD, filiada à Federação Brasileira de Vela e Motor, foi fundada em 24 de junho de 2003 com a finalidade de, sempre em parceria com a Holos Brasil, promover e melhor organizar as atividades do Dingue no País através de um calendário anual de regatas, seminários, palestras, encontros, etc.
Ref.: Associação Brasileira da Classe Dingue www.classedingue.com.br
O Dingue é um veleiro monotipo versátil, projetado para ser um barco de fácil manuseio, estável e com um desempenho satisfatório para aqueles que já velejam.
Seu projeto privilegia o conforto e a segurança do velejador. A forma de seu casco garante um barco estável que transmite confiança ao iniciante. Para garantir uma segurança ainda maior, blocos de isopor, devidamente revestidos são acomodados em seu interior tornando-o insubmergível até quando há perfuração do casco. Sua construção em fibra de vidro e resina poliéster, com reforços estruturais em sandwich de espuma de PVC (Dyvinicell), garantem excelentes propriedades mecânicas com baixo peso.
O Dingue é ainda preparado para operar (opcionalmente) com um motor de popa de até 4hp, o que representa uma segurança adicional para cruzeiros mais longos.
Não é por acaso que foi o barco escolhido por diversas escolas de vela.
Ref.: www.holosbrasil.com
Vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=3XbQv_zF2E4&feature=player_embedded
Regras básicas:
Vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=uYKNa-2_Srw&feature=player_embedded
Aguardem por novas atualizações.
A história do Optimist é no mínimo curiosa e está ligada a um carrinho de madeira com vela que as crianças usavam para brincar nas ruas da cidade de Clearwater, na Florida. Um dos responsáveis pelo grupo local convidou o arquiteto naval da região, Clark Mills, para projetar uma versão flutuante dos carrinhos. O objetivo era tirar as crianças das ruas e levá-las para as águas.
Clark Mills apresentou um plano de um pequeno barco com uma forma quase quadrada que era possível ser construído por um jovem juntamente com o seu pai numa pequena garagem. Bastava juntar uma placa cortada em formas simples, fixada com uns tantos parafusos e cola. O objetivo era claro: ter um barco simples de construir, simples de manter, simples de navegar, simples de transportar, além de estável e barato.
O primeiro Optimist foi construído em 1948 e rapidamente se tornou popular em Clearwater e redondezas. Por algum tempo, só foi conhecido nessa área. A mudança aconteceu em 1954, quando o velejador dinamarquês Axel Damsgaard visitava com o seu barco os Estados Unidos. Ele viu os jovens navegando em uma embarcação estranha e quando voltou para a Dinamarca promoveu o pequeno barco, que se tornou rapidamente muito popular em toda a Escandinávia, onde foi rebatizado de International Optimist Dinghy, ainda hoje o seu nome oficial.
O optimist chegou no Brasil em 1972.
Todo barco tem uma linha imaginária que passa da traseira do barco até a dianteira, denominada de EIXO LONGITUDINAL DO BARCO.
Para sabermos que todos estão chamando o lado esquerdo de lado esquerdo, isto é olhamos o barco da parte traseira para a parte dianteira. O lado traseiro do barco leva o nome de POPA enquanto que a parte dianteira chamamos de PROA.
Em relação ao eixo do barco, chamamos de BORDOS as suas laterais. Tanto o lado esquerdo como o lado direito é chamado de BORDO.
Olhando da POPA para a PROA, chama¬mos o bordo que fica a nossa esquerda de BOMBORDO (BB) e o bordo que fica a nossa direita de BORESTE (BE) ou ESTIBORDO (EB).
Rig Vela
Possui uma única vela. É fixada uniformemente com laços ao longo da testa ao mastro e ao longo da esteira na retranca, puxado para baixo com força por uma ferragem chamado burro.
Os mastros podem ser feitos de alumínio ou madeira, mas são, invariavelmente de alumínio nos barcos modernos.
Casco, Leme e Bolina.
O Optimist tem um casco formado originalmente a partir de cinco peças de madeira compensada. Sacos de flutuação são instalados no interior de cada lado na metade da frente do barco e na popa para adicionar a flutuabilidade em caso de naufrágio.
Possui uma extensão de leme que permitem o marinheiro se pendure para fora do barco fazendo assim um contra-peso. Para isso, existem duas alças, conhecida como Straps Toe, localizadas longitudinalmente ao longo do piso da antepara de popa para o velejador firmar os pés. Isto pode ser crucial para manter o barco na disposição horizontal durante um vento forte, permitindo maior velocidade através da água e maior capacidade de manobra.
A grande maioria dos cascos de hoje são feitas de fibra de vidro, embora ainda seja possível fazer e comprar cascos de madeira.
O leme e bolina pode ser feita a partir de madeira compensada ou um composto de espuma, fibra de vidro e epóxi.
Aguardem por informações sobre Raceboard Windsurf .
Fórmula
A mais técnica de todas as categorias. A prática desta se dá em pranchas mais volumosas e com velas maiores. As competições são similares as regatas de grande porte com bóias a barla e sota vento. É a categoria dentro do windsurf como a F1 no automobilismo, é aquela que o equipamento mais desenvolvido, os materiais mais tecnológicos, são apresentados e utilizados nas competições.
No Brasil são competidores na Formula atletas como Mathias Pinheiro, Paulo Dos Reis, Wilhelm Shurmann, Gabriel Browne. Que respresentam o pais em inumeras competições internacionais, liderando o ranking mundial ano após ano.
Formula Experience ou Fórmula One Desing
A Formula Experience é uma Classe filiada na ISAF - International Sailing Federation. É uma Classe para velejadores que se desejam iniciar na Formula Windsurfing - o patamar mais alto da competição race.
O equipamento desta Formula é constituido por uma prancha fabricada com materiais menos nobres para que o preço se torne mais atrativo para o praticante. No entanto, a Formula Experience não se resume a uma prancha econômica. É efectivamente uma prancha performante, muito próxima da prancha de alta competição.
Enquanto isso, a Classe impõe um conjunto de restrições em termos de vela, mastro e retranca tornando esta Fórmula muito popular, capaz de trazer muitos praticantes ao desporto, situação que de outra forma seria difícil para os interessados. Entretanto, para o ano de 2012, as restrições serão tão rigorosas que especificarão as marcas e os modelos das velas, mastros e retrancas, criando assim um monopólio dos fabricantes, impedindo a concorrência.
Aguardem por atualização no ranking do Circuito Baiano de Windsurf 2011.
O SUP é semelhante ao surfe mas pode ser praticado também sem ondas. As pessoas conseguem praticá-lo já no primeiro dia, não precisa ser atleta ou esportista. Muitas pessoas sonham em praticar o surfe mas desistem no início por ser um esporte que exige um bom condicionamento físico desde as primeiras braçadas.
O SUP, stand up paddle, chegou para permitir as pessoas, não atletas, de praticarem um esporte emocionante, com vários níveis de graduação. A grande diferença, e ao contrário do surfe, é que qualquer pessoa consegue ficar de pé na prancha, remar, e curtir muito já no primeiro dia. Realmente, uma sensação muito emocionante para quem não pratica nenhum esporte, e tem vontade de começar algo diferente, seja sozinho, com amigos e/ou com a família.
O SUP também é uma opção para aqueles dias sem vento em que as condições não estão favoráveis à prática do windsurf.
Segundo praticantes e especialistas, o SUP, dentre todos os esportes de prancha, é o que oferece o melhor e mais forte exercício físico. É bom para trabalhar força, equilíbrio, abdominal, os braços e a mente. Atletas de surf de pranchinha, do longboard, de tow-in e até mesmo de outros esportes como o triátlon se utilizam do pranchão a remo para melhorar o preparo físico e relaxar a mente.
Ref.: http://www.supsurf.com.br/stand-up-paddle-surf-porque-praticar.php
Entre os dias 17 e 18 de dezembro, acontece a quinta etapa do circuito brasileiro de Stand Up Paddle, a quarta da modalidade SUP Race . A ABASUP (Associação Baiana de SUP) convida toda a comunidade de remadores para encerrarmos o circuito de 2011 num grande clima de confraternização na maravilhosa cidade de Salvador na Bahia.
Após o grande desafio promovido no Ceará, teremos na Bahia, a segunda etapa do circuito brasileiro de SUP Race a ser realizada em mar aberto em condições mais amenas, porém não menos técnicas, que com certeza irá colocar a prova os melhores remadores da modalidade.
Além das disputas e muita confraternização. Aproveitaremos todo o calor da Bahia, para fazermos além da premiação da etapa a entrega dos certificados de Classificação final do circuito de SUP Race para os melhores de 2011.
Revista Iate Life publica matéria sobre o Brasileiro de SUP em Brasília. Leia matéria completa em:
http://katanka.com.br/imagens/sup/brasileiro-2011/stand_up32.pdf
Algumas fotos de nossos alunos.